segunda-feira, 1 de julho de 2013

Do bloom ao blupt

Quis inventar um novo beat para o coração. Desacelerar, usar as suas asas, controlar seu vôo. Quis que fosse solto...não dá. Seu beat sincero é acelerado, se faz sentir, vivo, num boom que exoplode, que me arremessa...me põe testa a testa e me testa a cada compasso. Me disponho a vários atos, entrelaços, desfaço laços e volto para o mesmo lugar...o beat é o mesmo, o compasso...às vezes, o distraio, me divirto, agito interno, me interno, mas, sempre, sempre, me entrego. Tenho calma, tenho pressa... 
Taynã Lizárraga Carvalho

2 comentários:

  1. Gostei disso. Bastante por sinal. :)

    Certa vez escrevi algo com um contexto parecido, talvez por isso, me identifiquei mais. Parabéns pelo blog. Voltarei mais vezes.

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