E até quando tudo faz sentido, a gente deixa de sentir...passa despercebido, sente pouco, sente triste, sente nada...sente falta, ou nem repara...a gente quer sentido, mas não sente, quer amar, mas não ama, quer dinheiro mas não trabalha. A gente quer sentido pra uma vida que não se sente. Sentir demais não atrapalha, sentir traz o ar da graça...de ser com e para, de ser nó, laço ou não ser nada...sentir é jus ao existir, é ir e vir, dentro e fora de si, é navegar num mar acaso, é ser o caso e o descaso, é ser livre, é ser a própria permissão. Sentir é sentido, sentido é fluir, sentir com ou sem sentido é simplesmente existir...em si, pra si...aqui e ali, lá...sem hora.
Taynã Lizárraga Carvalho
Esse é um espaço criado para compartilhar pensamentos e desenhos que saem dessa cabeça que vos escreve. Pensamentos sobre o ser humano e suas formas de ser e estar no mundo. A idéia é expandir os meus pensamentos e tocar não só aqueles que fazem parte das minhas redes sociais, mas àqueles todos que tiverem interesse. Além disso, aproveito para trazer uma ressalva à importância da expressão, tenha a forma que for! Então, sejam bem vindos aos rascunhos da minha cabeça inquieta!
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