O olhar deslumbra. Tudo está na forma de olhar. Você olha e cria, transforma. A gente precisa dar forma para tudo o que vê, o que sente... Tudo o que é percebido, precisa de um símbolo. Mas, a verdade é que o que a gente mais precisa, é não precisar, é não ter que. A gente fantasia para festejar em segredo, volta para a realidade para construir o desejo que em si, não tem forma, mas, a gente é acostumado a construir em cima do que vê...o sentir deixa de ser, é, o que está na frente e no fim das contas, a gente não cria, não entende...deixa de ser a gente.
Taynã Lizárraga Carvalho
Esse é um espaço criado para compartilhar pensamentos e desenhos que saem dessa cabeça que vos escreve. Pensamentos sobre o ser humano e suas formas de ser e estar no mundo. A idéia é expandir os meus pensamentos e tocar não só aqueles que fazem parte das minhas redes sociais, mas àqueles todos que tiverem interesse. Além disso, aproveito para trazer uma ressalva à importância da expressão, tenha a forma que for! Então, sejam bem vindos aos rascunhos da minha cabeça inquieta!
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Bora?
Vem para quem tem cara, quem não guarda e cala, que vai e anda e não desmorona. É, para aquele que faz ser, que deixa acontecer e segue leve, que vive hoje, que descobre o novo, que se permite de novo e de novo, que não cansa e não perde a esperança. Que tem braços livres, que se apega livre, abraça o vento e sente.
Taynã Lizárraga Carvalho
Taynã Lizárraga Carvalho
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Hmmm...
Eu poderia falar algumas das minhas verdades,mas, elas deixariam de ser minhas. É confuso quando o que você acredita, logo ali, se transforma...então você passa a acreditar em outra coisa. Aí mais uma vez se confirma... as verdades são impermanentes. Eu posso então contar um pouco da minha história e você conhece um pouco de mim. Só um pouco, porque nesse momento, eu já não sou o que eu fui e nem eu conheço o eu que serei no momento seguinte.
Taynã Lizárraga Carvalho
Taynã Lizárraga Carvalho
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
É tarefa do universo, da vida...
O universo se encarrega de aproximar os semelhantes e a vida cuida de concretizar as aproximações. Em um mundo no qual os interesses são fúteis e notáveis, perde-se a cada dia o valor das relações. O que significa o encontro em si, é tomado pelas necessidades superficiais que se mostram a todo o tempo. Ignora-se o que sente, para dar lugar ao que preenche o tempo. A preocupação está naquilo que tem, que vai ter, nos benefícios rasos e no prazer de ser o que o outro vê, o que você é, fica por trás da máscara, ninguém quer se doar de graça, sentem muito a dor da frustração. Mas, não percebem...quem vive na beira, que não conhece o profundo, o imenso, tem vida curta, já o que mergulha, que se frustra, conhece o valor do sim...e do não, tem coração cheio para doar e se esvazia para se preencher, respira, não pira, porque sabe que o importante é ser, é estar, é agradecer pelo prazer e transformar sempre que doer. Sempre voa um e os ventos renovam as moradas do peito, fica só o que é verdadeiro.
Taynã Lizárraga Carvalho
Taynã Lizárraga Carvalho
sábado, 18 de janeiro de 2014
Ahhh...o coração
Que falta faz um coração acelerado, beats atravessados que descompassam a razão. O florear do estômago que toma conta do corpo estremecendo o esqueleto, vez ou outra flutuando no espaço ou firmando os pés no chão. Faz falta esquecer da hora, não ir embora, apagar o não. O coração pede combústivel, se faz de tolo, entra no jogo, só para reanimar...bate forte, se sacode, pra não se apagar. É, coração bobo, que se não tem nada novo, se alimenta de vento, esfria com o tempo, não aquece mais.
Taynã Lizárraga Carvalho
Taynã Lizárraga Carvalho
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
A cada passo, espaço...faço.
Des-com-passo. A cada passo, desfaço, um ou outro laço passado, passo. Eu passo, com-passo, refaço, entrelaço e passo, de passo em passo, espaço...
Taynã Lizárraga Carvalho
Taynã Lizárraga Carvalho
sábado, 11 de janeiro de 2014
Encerrando
É preciso clarear as necessidades, olhar bem no fundo e reconhecer tudo aquilo que precisa ser encerrado. Permeia a dúvida do que poderia ter sido e não foi...cada congelamento estomacal ao encarar um sonho, o retrato de um momento que passou no tempo, mas, ainda vive...vive forte e inquietante...Saber que não, nos leva adiante, não saber, desfaz a coragem de seguir...a resposta mora no tempo...que tempo será? Encontro no acaso, desencontro pelo desfazer de laços, a sombra que desenha face-a-face no escuro que se mostra. Um pouco de mim tem sede...no mais, transborda.
Taynã Lizárraga Carvalho
Taynã Lizárraga Carvalho
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Ouse!
É preciso ser ousado. Quando a gente não deixa as consequências tomarem o espaço da experiência, qualquer que seja o resultado de uma ação, traz sabedoria. A gente vive para escrever a própria história. Por mais repetidos que sejam os resultados, cada passo dado no caminho, é único. A não expectativa faz com que seja leve no momento que é, mas, não permite estender significativamente as possibilidades. Cria-se um padrão "só até ali"...Por fim, é a perseverança que nos tira do mesmo, a insistência em ousar e usar do que se dispõe, para desfazer o feito do tipo outrem e expandir o olhar para o universo que se mostra. Há sempre mais...
Taynã Lizárraga Carvalho
Taynã Lizárraga Carvalho
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