segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

É tarefa do universo, da vida...

O universo se encarrega de aproximar os semelhantes e a vida cuida de concretizar as aproximações. Em um mundo no qual os interesses são fúteis e notáveis, perde-se a cada dia o valor das relações. O que significa o encontro em si, é tomado pelas necessidades superficiais que se mostram a todo o tempo. Ignora-se o que sente, para dar lugar ao que preenche o tempo. A preocupação está naquilo que tem, que vai ter, nos benefícios rasos e no prazer de ser o que o outro vê, o que você é, fica por trás da máscara, ninguém quer se doar de graça, sentem muito a dor da frustração. Mas, não percebem...quem vive na beira, que não conhece o profundo, o imenso, tem vida curta, já o que mergulha, que se frustra, conhece o valor do sim...e do não, tem coração cheio para doar e se esvazia para se preencher, respira, não pira, porque sabe que o importante é ser, é estar, é agradecer pelo prazer e transformar sempre que doer. Sempre voa um e os ventos renovam as moradas do peito, fica só o que é verdadeiro.
Taynã Lizárraga Carvalho

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