segunda-feira, 22 de julho de 2013

Ser já basta...

Aí você conhece centenas de pessoas e de alguma forma, elas passam a fazer parte da sua vida. Não necessariamente como elas gostariam, ou como você gostaria. Elas simplesmente fazem parte, à sua forma. Da mesma maneira, você nasce numa determinada família, na qual, não necessariamente você vai se sentir completamente encaixado, você participa a sua maneira e vice-versa... estamos inseridos em um mundo e núcleos com bases prontas, porém, nem o mundo nem seus núcleos estão prontos, porque, nós, parte constituinte disso tudo, nunca estaremos prontos. Somos criados para fazer parte do mundo, interagir com suas partes, buscando formar um todo, o nosso todo. A busca incansável por pertencer, não nos leva ao pertencimento, mas à angústia de "ter que". O "ter que", só existe pra quem não é, em si mesmo, para si mesmo. Quando a gente simplesmente é, tudo passa a ser sem o sentido de obrigação, tudo é, o todo passa a ser todo com todo sentido. 
Taynã Lizárraga Carvalho

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