domingo, 28 de julho de 2013

Vazio são, sadio vão.

Pensando sobre o vazio. O que pode representar o fim e o começo. Que é vão, é inteiro. Vazio que cala, silêncio que instala a calma, quieta a alma, prepara uma nova jornada. Vazio sombrio pra quem vê, puro pra quem sente. Que de repente é tudo e é nada. Vazio que aquece e estremece, atordoa...apetece, enlouquece. Vazio são, sadio vão. 
Taynã Lizárraga Carvalho

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