sexta-feira, 5 de julho de 2013

Quem se [pre]ocupa, "morre" antes do tempo!

Esse negócio de se [pre]ocupar já fez muito tempo perdido. Quis que fosse, quis saber, e depois... e depois... será? e agora? Tanto me ocupei precipitadamente que deixei muita coisa passar, ou, não deixei muita coisa estar...depende. No nada, na multidão, no entre, no vão...dei várias voltas...andei em círculos, parei...olhei...e não vi nada...achava que via tudo, que sabia tudo, que podia esperar...esperar o que mesmo? Às vezes tinha que me perguntar... E eu nunca tinha resposta. Enfim, entendi. Quem [pre] se ocupa, não vive, não vê, não conhece, não sente. Agora sigo...sem [pre]fixos, sem fixar...solta, ocupada só em estar, cheia de sabe-se-lá. 
Taynã Lizárraga Carvalho

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