Que a gente então, se permita desfrutar de encantos reais, aqueles que acompanham os encontros reais.
Que saibamos usar a presença, ignorando as sentenças do ego.
Que toquemos com sinceridade os corações dos que encostam em nossa verdade.
Que a vaidade seja o sentir.
Que o sentir seja expandido por aí e que num rito de contato, nossos sentimentos se abracem, mesmo que não haja tato.
Que tateados sejam nossos corações, a cada esbarrão dado em nosso mar de acasos.
Que sejamos em si, abraço e acaso raros.
Taynã Lizárraga Carvalho
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