Posso ser poesia para os que sabem ler.
Mas, sem letra, sou o reflexo direto, no peito daqueles que não vêem.
Um mar de retalhos que compõem a maré, silêncio cantante que é o mar, sou maré.
Um céu nu de estrelas que se pinta de escuridão, sou luz que mostra a imensidão.
Taynã Lizárraga Carvalho
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