quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Poesia que sou


Posso ser poesia para os que sabem ler. 
Mas, sem letra, sou o reflexo direto, no peito daqueles que não vêem. 
Um mar de retalhos que compõem a maré, silêncio cantante que é o mar, sou maré. 
Um céu nu de estrelas que se pinta de escuridão, sou luz que mostra a imensidão. 
Taynã Lizárraga Carvalho 

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