Que tenhamos o interesse de interagir com as nossas próprias ideias .
Que saibamos manifestar os nossos sentimentos sutilmente e que não nos importemos com o formato do nosso pensamento, do nosso sentimento, a ponto de minar sua expressão.
Que a complexidade das nossas emoções se descomplique em suas expressões e que as nossas impressões não cristalizem as nossas possibilidades.
Que saibamos manter íntegra a nossa parceria com nós mesmos.
E que sejamos plenos instantes, internos e expressos.
Taynã Lizárraga Carvalho
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