A nossa fé é proporcional à nossa capacidade de nos doar para nós mesmos.
O exercício de saber doar e receber,
Nos coloca íntimos do nosso eu profundo, o eu legítimo.
Somos nosso próprio campo de plantio e de colheita.
Crer, só depende do que se faz para ter.
A verdade, única de quem sente, única de quem vive,
É campo fértil para o que ingenuamente, chamamos de sorte.
Sorte, nada mais é que, o poder de atrair aquilo que já é nosso e vive em nossa consciência [presente].
Taynã Lizárraga Carvalho
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