Ainda que vivamos a impermanência da vida, os encontros do caminho, tantos e tão distintos, trazem a verdade da busca e a resposta do exercício de viver o encontrar.
Não fossem os esbarrões, não viveriam as nossas emoções, não teríamos a possibilidade sentir, de pensar, de desejar e então, quais seriam os estímulos para o nosso caminhar?
Fazer viver a emoção é dar vida ao nosso eu mais profundo, o eu puro e verdadeiro, que sem medo, anseia evoluir.
No permitir do fluir das emoções, nasce a disposição para o encontro real.
Aqui, nos reconhecemos no espelho do outro, assumimos o nosso eu e transcendemos em companhia.
Taynã Lizárraga Carvalho
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