domingo, 14 de janeiro de 2018

Da verdade que sou


Aprendi com o tempo, que muitos são os caminhos, mas, todos serão desconhecidos. Portanto, para fluir em qualquer das possíveis escolhas, é preciso acolher a realidade que se mostra.
Idealizar demais, cega o agora. 
Vive-se assim, a fantasia do que não existe. 
Somos as escolhas que fazemos, que independente das transformações que traz o tempo, somam experiências, que impulsionam o passo seguinte. 
Não temos tudo o que idealizamos, nem tão pouco, sabemos reconhecer o que nos fatos que vivemos, nos alimenta.
Assim, vivemos do que na mente se cria, cheios de dúvidas, com respostas perdidas.
Falta muito pra reconhecer o pouco que nos cria. 
Não somos o que os olhos enxergam ou o que o corpo toca. Somos o que no peito brota, que não se alimenta de resposta, mas, da verdade que transborda. 
Taynã Lizárraga Carvalho 

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