Descobriu que de sombra se fazia luz. Era todo e não percebia. Era vida, mas se escondia. De tanto que queria, perdeu, de si, para si, era tédio e poesia. De letra em letra se construía, de nada, vago, se abastecia. Era nada só porque não se percebia. Nada é tudo e não sabia. Hoje, toda sombra, toda luz, é nada e tudo, inteira poesia.
Taynã Lizárraga Carvalho
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