Eu prefiro o que não faz sentido, o que não se espera, que não é rito, que não é passagem, que é vivido. Aquilo que vem à tona sem você se dar conta, que invade numa só onda, traz esperança, preenche a gaveta de lembranças. Sou dos que sorri sem medo, que não faz apelo, que não vê o desespero como uma opção. Valorizo a calma, lavo a alma a cada dito não, respiro fundo e mudo meu olhar sobre o mundo a cada passo profundo no caminho são. Tem dia que o coração aperta, franzo a testa, não escapo da festa interna de minhocas espertas que se alimentam do turbilhão, de pensamentos, de sentimentos, que peregrinam à toa, que desfazem a minha onda boa num minuto de distração. Mas, não é segredo, que não tenho medo, de passar esse aperto do segundo lapso, uso do descompasso para refazer a dança, invento, sustento, sou entregue à mudança. Ninguém disse que é fácil, viver nesse mundo de palhaços, de muito riso torto, de piadas falhas, de graça forçada, num circo ímpeto, de artistas escondidos, de mentiras ricas, de verdades sofridas...Até acho justo o alerta do mundo, que é mais feliz quem se faz de burro, que não se incomoda com o tudo que é nada, que anda pelas beiradas e chega ao mesmo fim daquele é, que não se faz, que só anda, traça o caminho que agrada, se é beirada, meio ou não é nada, se é corda bamba...tanto faz, se joga, pisa forte e fundo, é parte desse mesmo mundo, mas vive inteiro e quando chega ao fim, enxerga o recomeço...essa é a diferença, eu digo então, que é mais esperto quem se lança, quem enxerga a esperança sempre ao lado da mudança, dá as mãos ao que vem e dança, não importa o passo, faz ser o seu compasso, é eterno, é sincero, é feliz no momento que é, é triste se for preciso, mas nada o faz deixar de ser, é sábio, é pleno e não é finito, é desconhecido que se des-cobre em cada choro, cada riso, cada dito.
Taynã Lizárraga Carvalho
Eu prefiro o que não faz sentido, o que não se espera, que não é rito, que não é passagem, que é vivido. Aquilo que vem à tona sem você se dar conta, que invade numa só onda, traz esperança, preenche a gaveta de lembranças. Sou dos que sorri sem medo, que não faz apelo, que não vê o desespero como uma opção. Valorizo a calma, lavo a alma a cada dito não, respiro fundo e mudo meu olhar sobre o mundo a cada passo profundo no caminho são. Tem dia que o coração aperta, franzo a testa, não escapo da festa interna de minhocas espertas que se alimentam do turbilhão, de pensamentos, de sentimentos, que peregrinam à toa, que desfazem a minha onda boa num minuto de distração. Mas, não é segredo, que não tenho medo, de passar esse aperto do segundo lapso, uso do descompasso para refazer a dança, invento, sustento, sou entregue à mudança. Ninguém disse que é fácil, viver nesse mundo de palhaços, de muito riso torto, de piadas falhas, de graça forçada, num circo ímpeto, de artistas escondidos, de mentiras ricas, de verdades sofridas...Até acho justo o alerta do mundo, que é mais feliz quem se faz de burro, que não se incomoda com o tudo que é nada, que anda pelas beiradas e chega ao mesmo fim daquele é, que não se faz, que só anda, traça o caminho que agrada, se é beirada, meio ou não é nada, se é corda bamba...tanto faz, se joga, pisa forte e fundo, é parte desse mesmo mundo, mas vive inteiro e quando chega ao fim, enxerga o recomeço...essa é a diferença, eu digo então, que é mais esperto quem se lança, quem enxerga a esperança sempre ao lado da mudança, dá as mãos ao que vem e dança, não importa o passo, faz ser o seu compasso, é eterno, é sincero, é feliz no momento que é, é triste se for preciso, mas nada o faz deixar de ser, é sábio, é pleno e não é finito, é desconhecido que se des-cobre em cada choro, cada riso, cada dito.
Taynã Lizárraga Carvalho
Taynã Lizárraga Carvalho
Nenhum comentário:
Postar um comentário