segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O que já foi, não é mais.

Era fácil dizer não, virar as costas, enganar o coração. Só corria, apostava com a vida que nada sentia, nada temia. Tapou os olhos, errou o rumo, seguiu escuro em passos turvos...confundiu todo o tempo do mundo com um único segundo, que desiludiu...escureceu...fez-se cinza, numa armadilha intrínseca, escorregou, caiu... Levantou, respirou, suspirou o tempo, o segundo...eternizou a calma. Mudou o passo...abriu os braços, olhou para frente, seguiu o coração. Tá aí... expira vida, acredita, teme...e treme e palpita...e quase grita, que tá no rumo, tem seu lugar seguro, guarda tudo, é coração, é toda a emoção, é sim e não e é só e é junto...conjunto. 
Taynã Lizárraga Carvalho

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