Vejo muita gente do tipo que tem tudo e não tem nada. Gente rodeada de caras, mãos, bocas, que querem tudo, mas, não querem nada. Sabe como é? Tá do lado, mas, do lado de fora, tá perto, pra não perder o lugar na roda, tá na sombra, nas costas. Gente que tá presente, mas, é só faixada. Que te abraça retorcendo a cara, que encosta e esnoba na mesma tacada. Gente que finge que sente, que finge o que sente, pra não ser escanteada. Gente que facilmente está adaptada, agrupada, imersa naquele meio comum, nada. Eu sinceramente, descarto essa abundância, aqui, somos poucos, porém, notáveis na significância. Esse tal do social, no seu total, a mim não agrada. Guarde seus abraços frouxos, sorrisos amarelos, olhares julgadores, pra quem curte os números. Aqui eu cuido de sentidos, eu valorizo o pouco, o desmedido, sempre na mesma medida, a única pra vida...ou toca ou não toca.
Taynã Lizárraga Carvalho
Esse é um espaço criado para compartilhar pensamentos e desenhos que saem dessa cabeça que vos escreve. Pensamentos sobre o ser humano e suas formas de ser e estar no mundo. A idéia é expandir os meus pensamentos e tocar não só aqueles que fazem parte das minhas redes sociais, mas àqueles todos que tiverem interesse. Além disso, aproveito para trazer uma ressalva à importância da expressão, tenha a forma que for! Então, sejam bem vindos aos rascunhos da minha cabeça inquieta!
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