domingo, 4 de agosto de 2013

Talvez...nada.

Pode doer, mas, que seja por uma verdade. Chorar o talvez não esvazia o coração, mastigar a incerteza não melhora a digestão do que poderia ter sido e não foi, do "se"... Como pode ser morno quando se trata de coração? Do que vale uma meia paixão? Aquele papo de "quero, mas, não faço questão"... Melhor que seja não, convicto, que talvez subentendido. Que seja claro, que seja raro...que doa doce, só pelo fato de saber, que não é drama, não é confuso, não é escuro. Quando a dor é doce, doce passa.
Taynã Lizárraga Carvalho

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