E independente da vontade que se tenha, o que acontece, legitima a necessidade. A vontade é então, pura vaidade. Dos sopros que dei ao universo, alguns chegaram a tocar corações perdidos por aí, outros não. Eu não sei então. E não saber, deixa de ser uma questão, é simplesmente o passo que manifesta o acaso. Para ser acaso, é preciso ser passo a passo. Deixo, portanto, estar, lido com o que há, aqui, nesse momento, nesse lugar.
Taynã Lizárraga Carvalho
Nenhum comentário:
Postar um comentário