segunda-feira, 4 de abril de 2016

Das distrações do sentir

Eu me confundo no sentir, na vaidade que distrai a necessidade. 
É o que costuma fazer o coração partir.
A verdade, se é que posso afirmar de ponto e letra, é que a satisfação mora no que a gente já mal consegue ver.
Tão cegos, mascarados pelo ego. 
Raso estamos a viver.
E o coração se parte, não é culpa de João, é de tão desencontrados estão, mente e coração. 
Taynã Lizárraga Carvalho

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