Falta-nos compreender que a casa dos sentimentos é o próprio coração. É mania, a necessidade de depósito e é imposto ao outro, tal papel, de depósito. Preocupa-se mais com o papel designado ao outro, com o outro como signficado pra si, que com os próprios sentimentos. O sentir perdeu o sentido. O sujeito virou objeto. Teme-se a falta, pela falta que há de si, para si mesmo. Não é senhor de si, é para o outro e não é com. Perdeu-se na imensidão, fragmentado. Mal se reconhece, não consegue juntar os cacos. De tanto viver fora si, é sujeito alienado, é sozinho, não sabe preencher seus próprios espaços.
Taynã Lizárraga Carvalho
Esse é um espaço criado para compartilhar pensamentos e desenhos que saem dessa cabeça que vos escreve. Pensamentos sobre o ser humano e suas formas de ser e estar no mundo. A idéia é expandir os meus pensamentos e tocar não só aqueles que fazem parte das minhas redes sociais, mas àqueles todos que tiverem interesse. Além disso, aproveito para trazer uma ressalva à importância da expressão, tenha a forma que for! Então, sejam bem vindos aos rascunhos da minha cabeça inquieta!
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