segunda-feira, 18 de maio de 2015

Fim que não há


E por fim, compreendi que não há fim. Os ciclos se encerram para que possamos nos reinventar. Para cada fim, um novo começo. Para cada não, um sim do avesso. A sabedoria está em ser presente em cada momento que se mostra, colhendo frutos que vão nutrir a alma dali em diante. As pessoas se vão, as coisas acabam, o tempo passa, mas, as memórias são infindas. Somos as memórias que construimos. Somos além do tempo vivido. 

Taynã Lizárraga Carvalho

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