É que viver, despenteia. O vento que sopra, a mão que toca, o corpo que anda, corre, dança. A vida é um grande sopro, vai e vem , não pára. Despenteado, beijado, abraçado, estabefeado, por cada vento que vem com o tempo, somo lembranças. Sou cada fio embaraçado, retrato do movimento que faço passo a passo, nesse grande sopro de entrelaços. V[ida].
Taynã Lizárraga Carvalho
Bonito e intenso despentear poético, Taynã.
ResponderExcluirObrigada, Moacir!! Seja bem vindo aos rascunhos desta cabeça inquieta! :)
ResponderExcluir