terça-feira, 19 de agosto de 2014

De tudo o que não morre

De tudo o que vivemos, ficarão histórias para contar. A vida passa e os apegos que colorem as vistas, logo, acabarão. Restarão os sorrisos frouxos, os abraços que demoram a sair do corpo, o cheiro, o gosto do beijo, os apelidos tolos, as zoações sem fim, que demonstram as afinidades afins...a intimidade, que, passa tempo, vêm os ventos, estarão ainda, no lugar onde nada morre, na memória. 
Taynã Lizárraga Carvalho

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