Se eu vivesse de deverias ou poderias, me queixaria incansavelmente de tudo o que nesse passo, não foi. Hoje, aqui, em meio caminho andado, poderia lamuriar os não feitos, assumindo alguma responsabilidade pela falta, mas, por todo caminho que me falta, me apego à oportunidade que cada novo segundo exala. Deixo que descansem as insatisfações para pontuar cada novo passo e seguir descansado, no ritmo dado pela necessidade de cada momento exato. Ando e não volto o passo.
Taynã Lizárraga Carvalho
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