segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Estremecida.

Estremecida. Vida bandida que sacode e até que a gente aguenta, mas de repente a gente sente e se desorienta. Ah, a gente tenta...como se bandida fosse a cabeça que inventa. Bandido é o coração, que bate só, nem sequer vê ao seu redor, instala um compasso e lança a gente num embaraço...esperta é a vida que não segue nenhuma risca, é bandida pra quem não se arrisca. O risco cansa, mas tá em mim bandida e bendita dança, que vai no compasso dado e de embaraço em embaraço segue o traço. É assim... A gente dança pra não perder a esperança, a graça e cada lembrança. A dança traça e trança...algum dia...
Taynã Lizárraga Carvalho

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